Felicito o autor pelo conceito operativo de “capitalismo pós-democrático” e pela limpidez de raciocínio com que desmonta o processo de alienação social inerente ao ordoliberalismo, no figurino germânico ou no neoliberalismo de Friedman. Aprendi com a formulação como o modo pós-modernista processa a arte contemporânea – “a arte contemporânea em que a forma pode ser substituída por uma ideia e a personalidade do artista transformada numa marca (…)”. Voltei a aprender com a definição do “lugar do juízo estético” e para concluir, porque é preciso ser breve, apenas uma observação. Penso que uma citação de Guy Debord sobre a Soceidade do Espectáculo não seria deslocada.
António Melo
Felicito o autor pelo conceito operativo de “capitalismo pós-democrático” e pela limpidez de raciocínio com que desmonta o processo de alienação social inerente ao ordoliberalismo, no figurino germânico ou no neoliberalismo de Friedman. Aprendi com a formulação como o modo pós-modernista processa a arte contemporânea – “a arte contemporânea em que a forma pode ser substituída por uma ideia e a personalidade do artista transformada numa marca (…)”. Voltei a aprender com a definição do “lugar do juízo estético” e para concluir, porque é preciso ser breve, apenas uma observação. Penso que uma citação de Guy Debord sobre a Soceidade do Espectáculo não seria deslocada.
António Melo
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