Geral

O CANDIDATO

BANDEIRA

É já no próximo dia 24 de Janeiro que o país vai às urnas para eleger o próximo Presidente da República (o vigésimo desde a Implantação da República, o sétimo desde o 25 de Abril e o quinto democraticamente eleito) e eis que os jornais, a televisão e a rádio estão “prenhas” de palavras, de debates e de discursos do candidato que deseja (há ainda quem tenha privilégios… vá se lá saber porquê) afirmar, convencer, ocultar ou iludir os eleitores dos seus verdadeiros desígnios.

O candidato, é bom que se saiba, julga que em política tudo vale, e são muitos os recursos que utiliza para levar a “água ao seu moinho”.

É natural que aquele que melhor domina o uso da palavra (é ela que constitui a matéria-prima por excelência da política) possa tirar eventuais vantagens, ainda que temporárias, no conjunto dos debates e nas várias intervenções em que participa, apesar de não trazer/acrescentar qualquer ideia nova que seja geradora de contributos significativos e positivos para o desenvolvimento do país e para a melhoria de vida dos portugueses.

Não há, sabemo-lo, um candidato que reúna todas as qualidades de que o país necessita, mas há quem não mereça ser candidato a tão alto cargo da Nação… nem o país precisa dele.

“Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o tempo”[1].

[1] Abraham Lincoln

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