Cavaco Silva

Cavacadas banais

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(Imagem)

Cavaco jurou que tinha todos os cenários pós-eleitorais estudados, não havia cenário possível que a Presidência da República não tivesse analisado, só faltava que os eleitores exercessem o seu direito de voto e elegessem a nova Assembleia da República.

Cavaco vem agora dizer que, afinal, não há pressa, que ele esteve 5 meses à frente de um governo de gestão, que precisa de “recolher o máximo de informação junto daqueles que conhecem bem a realidade social, económica e financeira” do país antes de tomar uma decisão sobre a situação política.

Afinal, Cavaco, o “Génio da Banalidade”, como lhe chamou José Saramago, continua perito em dizer umas coisas que não querem dizer nada, umas tretas que navegam ao sabor dos interesses de quem representa.

O homem da estabilidade política enquanto valor absoluto faz agora de conta que não existe uma maioria de Deputados na Assembleia da República, eleitos pelo povo português, que garantem uma solução governativa estável e duradoura, ele que tudo tinha estudado e antecipado, precisa agora de ouvir toda a gente para saber que decisão tomar.

É sabido que em breve sairá da Presidência da República, só espero que com ele seja arredada de Belém a banalidade e que o voto nas Presidenciais não a reeleja.

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