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O DILEMA UCRANIANO de OBAMA:BRANCO HONORIS-CAUSA OU BRANCO HONORÁRIO

fascistas1 ukr

Todos os dias lêem-se notícias sobre o apoio dos EUA e da UE à “nova” Ucrânia. Ao governo de “democratas” tão corrupto como anterior, com apoio dos oligarcas, os que apoiam agora e os que já apoiavam,  escolhido por um parlamento amedrontado por bandos armados de nazi-fascistas, que a nossa melíflua comunicação social, a tal que luta pela liberdade dos critério editoriais insiste em apelidar de nacionalistas radicais. Essa tropa fandanga da comunicação social estipendiada não tem mesmo vergonha nenhuma.

Uma grande notícia é Obama ter recebido na Casa Branca Iatseniuk, primeiro ministro interino desse governo que tem cinco ministros dos partidos nazi-fascistas, que já proclamaram a sua intenção de tomar completamente o poder. Partidos que declaram os judeus, os ciganos, os negros e os polacos, esta é  a melhor que a EU e a Polónia fingem não ouvir subgente que deve ser deportada. Deportada por enquanto, depois logo se encontrará solução mais muculada.

De sublinhar que esses cinco ministros ocupam as pastas da Defesa, da Juventude e Desporto,do Ambiente, da Agricultura e do Interior. Mas o poder e a presença em cargos de primeira linha não se fica por aqui. O presidente  e  um dos vice-presidentes do Conselho Nacional de Segurança e Defesa também está entregue a essa gente. Fica-se a perceber porque é que o ministro dos Negócios Estrangeiros da Estónia assegurou à, talvez,  espantada baronesa Catherine Ashton,  Alta Representante da União para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, que os atiradores furtivos estavam  a mando desses partidos, disparavam sobre a polícia e sobre os manifestantes, e que não acreditava que o novo governo fosse capaz de fazer uma investigação séria. Pudera, o Procurador-Geral da República da Ucrâni, também foi escolhido e é militante de um desses partidos.  Coisa pouca mas que explica porque é que o ministro do Interior conta a história de os incidentes em Kharkov, na Ucrânia maioritáriamente russófona, em que morreram duas pessoas, foram montados pelos russos, embora a sede do seu partido nessa cidade estar pejada de seus correlegionários armados, como mesmo a polícia a seu mando verificou. Isto enquanto   na Ucrânia que faz fronteira com o ocidente, um quartel foi assaltado e foram roubadas às tropas ucranianas mais  de 5.000 kalashnikovs, 2.741 makarovs, 123 metralhadoras ligeiras, 12 lança-mísseis Shmel  e 1.500 granadas de mão, além de outras munições, foram roubados, de acordo com fonte do ministro do Defesa interino ucraniano, o nazi-fascista Arsen Avakov. Naquela zona não podiam acusar os  russos, era um excesso onde não se poderiam negar as evidências, senão llá iriamos ouvir mais uma fábula de provocação bem montada.

Com tudo isto Obama tem um grave e grosso problema.   obama1     Não é dar apoio a gente pouco ou nada recomendável, isso para ele são amendoins. O seu enorme dilema é como pode ir em segurança à Ucrânia quando no governo e no parlamento tantos democratas nazi-fascistas que o consideram de raça inferior. Um sub homem que, na melhor das hipóteses, deveria ser imediatamente expulso. Ter amigos desses acaba por dar grossas dores de cabeça. Também muito nos preocupou muito esta questão. Como a resolver? Vou lá e os gajos cospem-me? Insultam-me? Viram-me as costas, isso ainda era o menos!

Preocupadíssimo com o que poderia acontecer a esse grande defensor da democracia e dos direitos humanos, quando fosse in loco saudar esses democratas para quem é um cão rafeiro e tinhoso, bolámos uma solução genial. O seu amigo  Iatseniuk, o jovem promissor primeiro-ministro, que subiu na vida pela mão, pelo pé e pela trança da oligarca Yulia Timoshenko, propõe que lhe seja conferido o título de Branco Honoris Causa, sem direito à lição de sapiência, pela Univerdade de Kiev. A outra hipótese é nomeá-lo Branco Honorário, o que não seria uma novidade. O regime do apartheid da África do Sul, para fazer negócios com os japoneses  inventaram essa. Claro que amarelo não é preto! Mas enfim também não estamos em África. Os seus amigos democratas nazi-fascistas engoliriam esse sapo a troco de mais uns milhares de dólares a juntar aos triliões que a Victoria Foda-se a Europa Nuland já disse terem sido uma dádiva a favor da democracia suástica da Ucrânia

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