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O fascismo voa sobre o mundo

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“Vocês vão ficar a saber a verdade, mas a verdade vai dar cabo de vocês”.

Aldous Huxley

Na Ucrânia tornam-se mais vísiveis os perigos e a estupidez de uma política geoestratégica, posta em movimento logo após a queda do Muro de Berlim, de cerco à Rússia e à China. (* – leiam em nota textos e declarações de Paul Craig Roberts que pertenceu ao governo de Reagan e foi vice-director e editorialista do Wall Street Journal)  Um cerco que se vai apertando usando as mais variadas formas e estratagemas. A implosão da Jugoslávia, fomentando o separatismo no Kosovo onde deram o poder segundo um informe dos serviços secretos alemães a  “uma sociedade mafiosa constituida por elementos criminosos ligados sobretudo ao tráfico da droga” e identificam Ramush Haradinaj, Hashim Thaci e Xhavit Haliti os homens de mão dos norte-americanos, ao apoio a forças de direita como na Geórgia, onde alimentaram os sonhos megalómanos de um pequeno ditador, às  guerras no Médio-Oriente, atacando velozmente quem se atreveu a começar a vender petróleo sem ser em dólares. Agora o destaque vai para a Síria, com o Irão na mira.

Há um traço comum entre essas intervenções externas directas ou por interpostas organizações locais, existentes ou inventadas, dirigidas e financiadas pelos Estados Unidos, sempre com o apoio da União Europeia e usando a Nato, o seu braço armado vísivel. Os departamentos estadunidenses que traçam essas políticas, sabem que o presidente da Comissão Europeia, mesmo que seja políticamente irrelevante (só o Viriato Soromenho Marques é que um dia lhe descobriu “estatura política internacional” e aceleradamente rapou da esferográfica para o anunciar),  está sempre à sua disposição, que os governantes europeus, uns mais rápidos que outros, estão sempre em linha com os objectivos geoestratégicos dos Estados Unidos. O outro traço comum é o apoio que dão a forças fascistas para-militarizadas na Europa, a extremistas religiosos do médio ao extremo oriente, com destaque para as que se albergam sob o guarda chuva da Al-Quaeda.

padre decapitado na síria

padre decapitado na Síria pelas forças aliadas,armadas e financiadas pelos EUA e da UE  e pelas monarquias despóticas do Médio-Oriente que,no dizer dos seus apoiantes, lutam pela “democracia”

Na Ucrânia, o episódio mais recente dessa política, tudo se tornou evidente, sobretudo para os que acreditavam no que lhes era contado, quando Victoria Que se Foda a Europa Nuland, não deixou restassem dúvidas sob o circo “democrático” em curso. Como ela disse, apanhada com a boca na botija, os EUA já tinham investido cinco triliões de doláres, a apoiar as formações políticas do “Pravy Sektor” (Sector Direita) que é basicamente uma organização chapéu grupos ultra-nacionalistas (ler fascistas) incluindo apoiantes do Partido “Svoboda” (Liberdade), “Patriotas da Ucrânia”, “Ukrainian National Assembly – Ukrainian National Self Defense” (UNA-UNSO) e “Trizub”. Grupos que continuam a fazer exercícios e desfiles militares. Mesmo depois da investidura de um governo fantoche, logo reconhecido pelo Ocidente, que substituiu o governo e o presidente da Ucrânia, um governo e um presidente fraco e corrupto, avisaram que só páram quando alcançarem o poder. O grande capital ainda tem hesitações entre a quem dar o seu apoio. Divididos entre fascistas e fantoches, tão democráticos e corruptos quanto Iankovitch, à imagem da milionária  Júlia Timoschenko, uma “democrata” que em 2004 anulou uma eleição assim que  a perdeu. Grupos fascistas que tem uma ideologia comum, anti-judia, anti-imigrantes e anti-russa, porque uma grande parte da população da Ucrânia é russa ou russófona. O seu herói é Stepan Bandera e a sua “Organização de Nacionalistas Ucranianos”, infames colaboradores dos nazis que combateram activamente contra a União Soviética e cometeram algumas das piores atrocidades da II Guerra Mundial. Na Ucrânia onde essa gentalha, chamada eufemisticamente pela comunicação social vendida ao império, de grupos radicais já assaltou sinagogas, queimou sedes do Partido Comunista, humilhou e matou judeus, comunistas e outros emigrantes. Só muito timidamente e sem imagens os serventuários jornalistas a isso se referiram. Assim se intoxica a opinião pública. Como se intoxica com a unidade e integridade territorial da Ucrânia, um país que só existe depois da implosão da União Soviética, na base de um tratado aberto a todas as interpretações, sobretudo em relação à Crimeia, isto no mesmo ano em que a Escócia e a Catalunha vão referendar a sua independência. O descaro da diplomacia ocidental é de tal ordem que Laurent Fabius, sem uma ruga de vergonha, proclama, depois de anunciado referendo na Crimeia, ” onde já se viu referendar a independência de um território, alterando as fronteiras?” Olhe para o lado para Espanha, olhe para Norte,para a Escócia, lembre-se do Kosovo.

Já se fazem reportagens épicas sobre os tártaros derrotados no século XIII pelos mongóis, criteriosamente restritas à Crimeia ou assimila-se a ideologia fascista dos ultra-direitistas ucranianos ao imaginário cossaco do século XV. Com tantas histórias epopeicas de retorno ao passado fica-se à espera que Obama se comova e coerentemente vá devolver territórios aos índios e aos mexicanos, acontecimentos temporalmente muito mais próximos, para adquirir autoridade moral e fazer justiça ao prémio Nobel da Paz que lhe foi atribuído per fas e nefas.

os “nacionalistas radicais” o nome adocidado para fascistas

Como sempre os Estados Unidos, sonhando com plantar bases de mísseis ao longo da fronteira russa, em mais uma jogada geoestratégica de cerco à Rússia e à China para perpetuar o seu poder imperialista, depois de preparem as primeiras manifestações e quando os fascistas entraram em acção foram a correr para abertamente lhes dar apoio, sem considerar o seu carácter político. Membros do establishment dirigente dos EUA, tais como John McCain e Victoria Foda-se a Europa Nuland, a baronesa Catherine Ashton Europa Connosco, estiveram na Praça da Independência a apoiar os manifestantes, quando já não havia dúvidas sobre o seu carácter.  Os EUA e a classe dominante ocidental, a sua máquina dos media pouco ou nada fizeram para condenar o levantamento fascista. É de imensa perfídia a interrogação da embaixadora norte-americana Samantha Power na última sessão do Conselho de Segurança argumentando contra o envio de tropas russas para a Crimeia “A Rússia tem tantas opções para proteger os direitos dos russos étnicos para além da acção militar. Por que é que não apoia os esforços internacionais, porque é que não apoia uma missão de observação, e não retira as forças militares, em vez de enviar mais?”. Diz isto com o mesmo ar sério das outras diatribes dos seus antecessores com destaque para Colin Powell a desdobrar mapas do Iraque com fábricas de armas quimicas que nunca existiram. Diz isto sem  desconhecer o que a sua colega Victoria Foda-se a Europa Nuland revelou sobre os trilhiões de dólares gastos a apoiar os fascistas ucranianos. Diz isto sabendo que  John Kerry vai desembarcar em Kiev para depor flores em hora de manifestantes assassinados por “snipers” depois do ministro dos Negócios Estrangeiros da Estónia, que foi à Praça da Independência dar apoio aos manifestantes, informar a atónita e, aparentemente, estupefacta baronesa Catherine Ashton, a Alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política da Segurança, que os “snipers” pertenciam ao grupos fascistas e tanto disparavam sobre a polícia como sobre os manifestantes. Disse mais. Disse que o actual governo seria incapaz de fazer qualquer investigação séria e credível. O objectivo é conhecido. O mais mediático acontecimento com o mesmo teor,  foi o da invasão da Alemanha nazi pela Polónia. Há que ter memória. Coisa que Jonh Kerry tem mas finge não ter para exibir um desconhecimento da história e uma inocência perversa, pretextos para ir dar ordens ao governo fantoche, fingindo ir dar apoio. Dos esforços internacionais estamos conversados. A desfaçatez e a empáfia desta gente, ciente do seu poder militar, é tão despudorada como a de Goebbels, nos tempos aureos de Hitler.

Há um padrão claro na política da aliança EUA-UE-NATO: fazem causa comum com extrema direita fascista para atingir os seus objectivos geopolíticos. Nada pior e mais perigoso que um império em decadência militarmente poderoso. Curiosamente esse modelo parece não incomodar ou não é percebido pelos jornalistas e comentadores de uma certa esquerda claudicante que anda à volta dele, como um cão correndo atrás da sua cauda, sem o denunciar mesmo que a realidade se imponha tragicamente seja com mujahidens no Afeganistão, agora travestidos de Al-Qaeda, frente à brutal realidade da Líbia ou da Síria actuais, onde os Estados Unidos e seus aliados financiam e apoiam extremistas jihadistas contra um governo, despótico e autoritário mas que se recusa a alinhar com os EUA e Israel. Jihadistas que atacam tanto as tropas governamentais como cristãos, judeus, comunistas e mesmo, de quando em quando,  os seus putativos parceiros na luta contra Assad. Que esquecem os milhões que, durante décadas, desapareceram ou foram assassinados na América Latina por forças militares fascistas apoiadas e financiadas pelos Estados Unidos e que deveriam ser lembrados quando se assiste a um ataque concertado nessa região contra as forças progressistas, mesmo as que tentam tímidas reformas.

Duas realidades são evidentes. Uma é que essa política geoestratégica dos Estados Unidos, com a qual a Europa está comprometida, tem no terreno  o seu suporte político no fascismo na Europa e na América Latina, nos extremistas islâmicos e nos fascistas-sionistas, de vários matizes, em Israel. O ascenso do fascismo não os parece incomodar. Servem-se dele talvez pensando que alimentando, incentivando e largando os demónios os irão controlar, continuando a usá-los a seu bel-prazer. A história demonstra o contrário e dá razão a Engels que numa carta a Sorge ( Londres, 6 de janeiro de 1892) escreveu: “A tenacidade dos ianques…é resultado do seu atraso teórico e do seu desprezo anglo-saxão por qualquer teoria. À conta disso são penalizados por uma fé supersticiosa em todos os absurdos filosóficos e económico, por um secatrismo religioso e por experiências económicas idiotas, com as quais, apesar de tudo, certas cliques burguesas lucram”. Isto faz lembrar o governo Bush filho de mãos dadas a rezar antes de decidir a intervenção no Iraque, o presidente do Senado e Câmara dos Representantes a abrir uma sessão, em que republicanos e democratas iam debater o Orçamento de Estado para evitar a bancarrota, com uma ferverosa oração para que deus iluminasse as suas decisões. Ainda não existem imagens de Obama, mas também ele deve apelar a Deus para ter sucesso sempre que envia um drone assassino, ou aprova que a impressora continue a fabricar dolares que qualquer dia valem o mesmo que as notas do jogo do monopólio. Todos de olhos em alvo para o Céu, uma  mão em garra para rapinar o mundo, as armas na outra mão para o intimidar, mesmo matar, a boca atafulhada de leis iníquas que os EUA impõem ou impuseram para justificar as suas acções imperialistas.

Na Europa se os últimos desenvolvimentos na Ucrânia são extremamente preocupantes, a hipocrisia e o farisaismo EUA-UE-NATO de uma evidência e transparência que só ignáros políticos, comentadores da direita proto-fascista à esquerda tutti-frutti e uma opinião pública ossificada pela propaganda do pensamento único é que não veêm. Muitíssimo mais preocupante quando está comprovado o ascenso fascista na Europa e em todo o mundo com o apoio oficioso, directo e indirecto, das chamadas democracias ocidentais.

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a Aurora Dourada, o renascimento do fascismo na Grécia. È de lembrar que as forças aliadas EUA e Grâ-Bretanha na II Guerra Mundial, mataram mais gregos que os nazis. É óbvio que esses gregos eram os guerrilheiros comunistas que tinham lutado contra os nazis

Na Grécia, a austeridade selvagem imposta pela troika (FMI, BCE e Comissão Europeia) arruinou a economia do país. O colapso da economia, a política do quanto  pior melhor, que um imbecil que é lider da bancada do PSD sintetizou numa máxima, que deveria figurar como o cúmulo da estupidez “Portugal está melhor embora os portugueses estejam a viver pior”, atirando os países para depressões nunca vistas, constantemente mascaradas por sinais positivos que só existem no papel, são o caldo de cultura, as condições ideais para o vírus da direita se tornar numa pandemia. Foi e é com o pano de fundo da falência económica que o partido Aurora Dourada cresceu e crece.  Com a rendição de Hollande aos ditames do capitalismo, abriu-se caminho à direita fascista e proto-fascista francesa. O que era prevísivel desde a sua eleição, demonstrando, para quem ainda tivesses dúvidas, que os Partidos Socialistas actuais estão ideologicamente vazios. Longe vão os tempos em que consideravam que a democracia era o campo pacífico da luta de classes, uma perigosa falácia que se abismou nas terceiras vias e seus sucedâneos,  em que  só diferem no palavreado dos partidos da direita. Todos ao serviço de interesses que utilizam essas máquinas partidárias ideologicamente indiferenciadas, que reduzem a sua acção e medem a sua representatividade pelos resultados da competição eleitoral. Prolongamentos do aparelho de Estado, onde representam determinados interesses económicos que lhes dão apoio variável. Partidos que são uma finalidade em si-próprios, que deixaram de ser instrumentos ao serviço dos eleitores. Que fazem a apologia da democracia quanto menos a realidade democrática corresponde ao ideal democrático. Só nominalmente são de esquerda. Tudo isso abre caminho ao fascismo mesmo quando há pouco tempo não eram, em muitos países, uma força não muito expressiva. Fermentavam no subsolo das chamadas democracias, mais preocupadas em defender os privilégios das classes dominantes. Veja-se como o números de ricos é cada vez menor e estão cada mais ricos e poderosos, como os megapolos financeiros impõem políticas económicas desastrosas utilizando os seus serventuários, FMI, Banco Mundial, o BCE, OMC, etc, e os governantes que lhes obedecem na esperança de lhes caírem umas migalhas, grossas migalhas, nos bolsos. Mundo de gente sem dignidade e escrúpulos, vivendo da curta memória dos povos manipulados por uma comunicação social mercenária, anestesiados por programas televisivos, radiofónicos e escritos que corroem o pensamento.

Se os sinais são mais visíveis numa Ucrânia, numa Grécia ou em França em que os partidos ultra-nacionalistas, de facto fascistas, promovem políticas anti-muçulmanas e anti-imigrantes, anti-judaicas e anti-comunistas, tornados os bodes expiatórios da crise económica do capitalismo na sua fase terminal, que está para durar e perdurar, noutros lados, já chegaram ao poder como na Hungria, em Espanha , nos Países Bálticos impondo leis draconianas que restringem o protesto e a liberdade de palavra, fortalecem e aprovam tácticas policiais repressivas. Noutros países onde eram irrelevantes, quase obscuros, como na Holanda e nos países escandinávos, tornaram-se agora actores significativos em eleições.

É uma tendência geral alimentada pelos EUA-UE-NATO. Pela hipocrisia dos seus dirigentes, dos seus farisaicos discursos, os seus discursos que são um exercício de despudorado cinismo, quase sempre mentindo mas sempre empunhando a bandeira da democracia tão esfarrapada que já ninguém a consegue ver.

fascistas ukr

as bandeiras que não andam esfarrapadas são as que ostentam de forma igual ou com variantes a cruz suástica

São eles que, invocando valores e princípios democráticos, para que manisfestamente se estão nas tintas,  são responsáveis por agressões a povos indefesos, por alianças com organizações islamitas fanáticas, com fascistas em todo o mundo, prendendo e assassinando milhões de patriotas e revolucionários. Montando conspirações contra governos democráticos, eleitos democraticamente que não se submetem às suas políticas de rapina e exploração.

Em nome da democracia, sempre em nome da democracia, cometem os maiores crimes e aliam-se aos mais ferozes criminosos e  inimigos dessa mais que débil democracia. O fascismo, em todo o mundo e com as mais variadas formas, das mais diplomáticas ás mais violentas e armadas, é por eles alimentado. Um pesadelo que hoje volta a ser uma realidade que voa sobre nós num voo abutre.

Contra ele lutaremos.Desmascaremos a mentira.o cinismo, a hipocrisia. Estamos atentos a todas as suas formas das mais insidiosas às mais vIsÍveis!

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(*) Paul Craig Roberts, pertenceu a governos de Ronald Reagan, foi vice-editor do Wall Street Journal. Leiam o que agora escreve quem esteve por dentro da definição de políticas geoestratégicas que se definem sempre com dezenas de anos de antecedência: «a União Soviética servia de entrave ao poder dos EUA. O colapso soviético possibilitou a ofensiva neoconservadora pela hegemonia mundial dos EUA. A Rússia sob Putin, a China e o Irão são os únicos entraves à agenda neoconservadora. Os mísseis nucleares russos e a sua tecnologia militar tornam a Rússia o mais forte obstáculo militar à hegemonia dos EUA. Para neutralizar a Rússia, os EUA romperam acordos […] expandiram a NATO para antigas partes constitutivas do império soviético […] e Washington alterou a sua doutrina de guerra nuclear para permitir um ataque nuclear inicial. […] O desenlace provável da ameaça estratégica audaciosa com que Washington está a confrontar a Rússia será a guerra nuclear» (14.2.14). Sob o título «Washington empurra o Mundo para a guerra», PCR escreve (14.12.13): «a guerra fatal para a humanidade é a guerra com a Rússia e a China para a qual Washington está a empurrar os EUA e os estados fantoches de Washington na NATO e na Ásia. […]. A única razão por que Washington quer estabelecer bases militares e mísseis nas fronteiras da Rússia é para negar à Rússia a possibilidade de resistir à hegemonia de Washington. A Rússia não ameaçou os seus vizinhos e […] tem sido extremamente passiva face às provocações dos EUA. Isto está a mudar […] tornou-se claro para o governo russo que Washington prepara um ataque inicial decapitador contra a Rússia. […] A postura militar agressiva de Washington face à Rússia e a China indicia uma autoconfiança extrema que costuma conduzir à guerra».

Há mais de um mês escrevia sobre a Ucrânia: «A UE quer que a Ucrânia adira para que a Ucrânia possa ser pilhada, tal como o foram a Letónia, Grécia, Espanha, Itália, Irlanda e Portugal. […] Os EUA querem a adesão da Ucrânia para poderem aí posicionar bases missilísticas contra a Rússia»

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