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Os reformados e os trabalhadores que paguem a crise!

“Chegou o dia em que um velho homem, já doente e muito cansado, teve de partir para a montanha. Assim era hábito quando chegava a hora da despedida deste mundo.

O filho carregou alguns mantimentos para o velho se alimentar durante uns dias e também uma manta para este se abrigar da noite. Os lobos encarregar-se-iam do resto se entretanto o frio não o fizesse. Era assim o fim de todos os velhos.

Chegada a hora da despedida, o pai disse ao filho para rasgar a manta ao meio e levar uma metade. Curioso com tal pedido do pai pergunta-lhe para que quer ele a metade que vai levar para casa. Consternado mas cheio de sabedoria, o velho diz ao filho que essa metade serviria para o dia em que também o filho do seu filho o levasse à montanha e o abandonasse para ali morrer.

Meditou o filho nas sábias palavras do pai e pegando-lhe no braço ajudou-o a descer a montanha.”

Os mais antigos lembrar-se-ão decerto desta história, que este bando que nos desgoverna se encarregou de atualizar e aplicar aos nossos tempos. Só que enquanto a “estória” nos revela um filho que acabou por agir de forma humana, a nossa realidade apresenta-nos um poder arrogante, cego, surdo e mudo, perante as dificuldades daqueles que entraram na derradeira fase da sua passagem por este planeta.

Não são decerto os idosos e os reformados os únicos vítimas deste desgoverno. Os trabalhadores por conta de outrem, funcionários públicos ou privados, também sentem na “pele” as malfeitorias que estes tipos impunemente cometem.

Qual BPN, qual BPP, qual BCP, quais Swaps, quais rendas pagas às energias, quais ordenados multimilionários pagos a alguns, qual aumento desenfreado da riqueza dos poucos já imensamente ricos em contraste com o aumento do número de pobres, qual assalto dos “boys & girls” aos cargos do estado, quais PPP, etc. Que tal ser liberal à custa dos dinheiros que se suga ao estado? onde está o Freeport? e os submarinos? etc. etc. etc.

Mas nada disso é importante. Este desgoverno constituído por marionetes, construiu e aplicou, a solução do agrado dos que verdadeiramente mandam: Os reformados e os trabalhadores que paguem a crise. 

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