economia, Geral, Política

GÁS NATURAL, O VERDADEIRO GÁS ASSASSINO

Você ou alguém, com dois dedos de testa, compra um automóvel, não em segunda nem em terceira mão, mas em primeira mão a este gajo?

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O homúnculo devia era explicar que o verdadeiro gás sarin que ele diz ter sido usado por  Bachar al-Assad, é o negócio do gás natural!

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O resto são as tretas a que os EUA, desde sempre nos habituaram. Ninguém esqueceu o barco de guerra norte-americano bombardeado por norte-americanos para justificar a guerra com Espanha, em Cuba. A mesma farsa no Vietnam, para justificar o s bombardeamentos a hanoi. O apoio, moral e material, o incentivko que os kerries e obamas da altura  deram a Saddam Hussein para usar armas químicas contra o Irão. Os mesmos que bombardearam impiedosamente com napalm ( smell it! smell it!)  no Vietnam! Os mesmos outros, colins powell no Conselho de Segurança da ONU para justificar a invasão do Iraque do ex-amigo Saddam Hussein. São longas, variadas e constantes as histórias inventadas pelos kerries e obamas do passado, do presente e do futuro. A hipocrisia e o cinismo dos governantes norte-americanos tem raízes fundas e que continuam a florescer.

Era preciso o presidente sírio ser completamente estúpido para, no momento em que os chamados “rebeldes” se encontram em dificuldade no terreno e entre eles, fosse usar armas químicas correndo fortes riscos, com as previsíveis consequências que um ataque dessa natureza desencadearia. É ditador, é impiedoso, mas de estúpido não tem nada, como se pode constatar ao longo dos últimos anos.

Porque é que devemos acreditar nesse político manhoso e não no jornalista da Associated Press?

O documento de quatro páginas – no qual a administração Obama “avalia com alto grau de confiança” que foi o regime que usou agentes químicos – surgiu horas depois de um jornalista da Associated Press noticiar que terá sido um dos grupos rebeldes, “com ligações à Al-Qaeda”, o responsável por este ataque.

 

“Entrevistas com pessoas em Damasco e Ghouta, um subúrbio da capital síria, onde a agência humanitária Médicos sem Fronteiras diz que pelo menos 355 pessoas morreram a semana passada no que parece ter sido um ataque com um agente neurotóxico, parecem indicar que foram determinados rebeldes que receberam armas químicas do chefe dos serviços secretos sauditas, o príncipe Bandar bin Sultan, os responsáveis por esse ataque com gás.”

A notícia de Dale Gavlak não foi publicada na agência noticiosa para a qual trabalha, levantando questões sobre a veracidade das informações.

Claro que as verdades de Dale Gavlak ou de Carla del Ponte,( lembram-se dela a chefiar o Tribunal Internacional para os Crimes de Guerra da ONU?) desmentem os kerries, obamas, hollandes, camerons e em Portugal, a direita e os socialistas da deriva «blairista»  do Partido Socialista. Só falta agora o porta-voz do PS, candidato à Câmara de Setúbal, avalizar os deputados socialistas , em particular o Pisco dos negócios estrangeiros (Oh! homem não se atrase, ainda fala depois de lançado o primeiro míssil!!! Seria imperdoável!!!)

O QUE MATA MAIS NA SÍRIA

QUE O GÁS SARIN É O GÁS NATURAL!

O derrube de Bachar al-Assad, apesar das declarações em contrário, estará nos planos ocidentais, no âmbito da guerra pelo pétroleo e pelo gás natural que poderá permitir ligar os oleodutos sauditas aos da Turquia.

A Gazprom, sociedade russa de transporte e produção de gás natural, já tinha denunciado, há vários anos o projecto norte-americano com o nome de código «Nabucco», de ligação entre essas condutas de petróleo e gás pela Síria e Líbano, com Israel no activo papel de polícia dos interesses norte-americanos.

AS VERDADEIRAS RAZÕES

DA DEFESA DOS DIREITOS HUMANOS

NO MÉDIO-ORIENTE EM GERAL

E NA SÍRIA EM PARTICULAR

E OUTRAS TRETAS QUE TAIS

PROJECTO NABUCCO – Liderado pelos EUA, e tendo como parceiros o Reino Unido e a França, é suposto o projecto Nabucco concorrer com os projectos russos. Inicialmente previsto para 2014, teve de ser adiado para 2017 por dificuldades técnicas. A partir daí, a batalha do gás natural deu uma reviravolta a favor dos projectos russos, mas cada um procura estender o seu projecto a novas zonas (da Europa, do Médio Oriente e da Ásia do Sul).

EUA – Em Julho de 2011, o Irão assinou vários acordos sobre o transporte do seu gás via Iraque e Síria. Doravante, a Síria tornou-se o principal centro de armazenamento e de produção, em ligação com as reservas do Líbano (que está envolvido na guerra através dos «grupos de libertadores» apoiados pelos EUA). Abriu-se assim um novo espaço geográfico, estratégico e energético integrando o Iraque, a Síria e o Líbano. Os entraves que o projecto «Nabucco» sofre desde há mais de um ano dão uma ideia do nível de intensidade da luta que se trava pelo controlo da Síria e do Libano.

 

FRANÇA – Ninguém percebia o que andava a França a fazer neste negócio. Alguns intelectuais orgânicos referiam «razões históricas» – considerando que o Mediterrâneo oriental era uma zona de tradicional influência francesa, e que, portanto, esta zona devia servir para a França recuperar o tempo perdido desde a II Guerra Mundial. Na realidade, a França quer representar (por via da Elf e da Total) um papel no mundo do gás natural, onde adquiriu uma espécie de «seguro de doença» na Líbia, mas quer agora adquirir uma espécie de «seguro de vida» através da Síria e do Líbano. É precisamente isto que os «pequenos» Hollande et Fabius pretendem quando falam na defesa dos direitos humanos!

TURQUIA – A Turquia está integrada no grande projecto de gasodutos (que já teve o nome de código «Nabucco» e que, além da Turquia, inclui a Bulgária, a Roménia, a Hungria, a Áustria, a Croácia, a Eslovénia e a Itália. Se repararem bem, são os países cujos chefes militares se reuniram recentemente para irem defender os «direitos humsnos» à Síria e impedir o uso do gás…

RÚSSIA – Moscovo tem-se esforçado por trabalhar sobre dois eixos estratégicos: o primeiro é a implementação de um projecto sino-russo a longo prazo, apoiado no crescimento económico do Bloco de Xangai; o segundo é o controlo dos recursos de gás natural. Foi assim que foram lançados os projectos South Stream e Nord Stream, para enfrentar o projecto norte-americano Nabucco, apoiado pela União Europeia, visando o gás do Mar Negro e do Azerbaijão. Seguiu-se, entre as duas iniciativas, uma corrida estratégica para o controlo da Europa e dos recursos de gás natural. O Nord Stream liga directamente a Rússia à Alemanha passando através do Mar Báltico até Weinberg e Sassnitz, contornando assim a Bielorússia. O projecto South Stream começa na Rússia, passa através do Mar Negro até à Bulgária e divide-se entre a Grécia e o Sul de Itália, por um lado, e a Hungria e a Áustria, por outro lado.

CHINA – A cooperação sino-russa no domínio energético é o motor da parceria estratégica entre os dois gigantes. Poderá estar, segundo os especialistas, na base do duplo veto já reiterado a favor da Síria. E esta cooperação não respeita apenas ao abastecimento da República da China em condições preferenciais. A China foi levada a envolver-se directamente na distribuição do gás natural, através da aquisição de activos e de instalações, além do desenvolvimento de um projecto de controlo conjunto das redes de distribuição.

COLIGAÇÃO NATO-EUA-FRANÇA – A pressa da coligação NATO-EUA-França em derrubar os obstáculos que se erguem contra os seus interesses no gás natural do Médio Oriente, em particular na Síria e no Líbano, reside no facto de ser necessário assegurar um ambiente de grande estabilidade e compreensão locais em torno de infraestruturas estratégicas, quando se trata de proteger investimentos muito avultados no negócio da produção e distribuição do gás natural.

ESTE É QUE É O VERDADEIRO GÁS

QUE ESTÁ A MATAR O POVO SÍRIO!!!

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