Política

Ainda havia dúvidas?

Álvaro Santos Pereira desde que assumiu funções de ministro, desenterrado de um lugar de professor numa obscura faculdade de economia canadiana, mostrou a sua incapacidade e ignorância tanto do país como da ciência económica. Em português popular a sua actuação era cada cavadela uma minhoca. Um estendal extraordinário tanto ao nível da governação, agravado por intervenções desastrosas. Rapidamente toda a gente percebeu que estava perante um basbaque, possuidor de uma espessura óssea notável que só possibilitava a existência de uma pequena noz de massa cinzenta naquela cabeçorra. Era espantosa e rara a unanimidade na diversidade dos parceiros sociais. Ninguém, quase ninguém percebia o que aquele coiso andava a fazer. Talvez não fosse bem assim. De algum modo adivinhava-se a vocação fundamental do personagem. Hoje, as intervenções de Sua Excelência o Ministro à interpelação do PCP demonstraram a todo o país qual o verdadeiro lugar que ocupa: Álvaro Santos Pereira, Sua Excelência o Bufão do Governo. Seria um lugar relevante se estivesse em linha com os grandes bobos da corte que utilizavam as arlequinadas para dizer algumas verdades. Este é a vergonha dos bobos, diz momices para burlar a realidade. Finalmente todas as dúvidas, se é que ainda as havia, ficaram arredadas.

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2 thoughts on “Ainda havia dúvidas?

  1. Rogério Palma-Rodrigues diz:

    A ILITERACIA DO COISO…

    Se, em futuros governos da nação, não chegar a prata da casa para compor o ramalhete dos ministros e houver necessidade de recorrer a “cérebros” de importação, devem eles submeter-se a exame, para obtenção de CERTIFICADO DE PROFICIÊNCIA EM LÍNGUA PORTUGUESA.
    É bronco, sim senhor, mas sempre me pareceu que dentro desse valioso naipe de valetes que assessoria o reizinho Coelho, a ele tem cabido o melhor desempenhado. Por omissão!
    Porquê ?
    Bem, a explicação poderá parecer rebuscada, mas continuo a pensar, tal como há muitos meses atrás, ser ele dos indivíduos que está a fazer o mais extraordinário papel de ministro e a cumprir escrupulosamente a sua função de utilidade. Porque ele não é trouxa, ele não é incompetente, ele é assim mesmo, é para isso que lhe pagam, para não planear, para não governar, para deixar a economia à deriva, empurrada pelos ventos dos “mercados”. É assim mesmo o neo-liberalismo, ostentando despudoradamente o seu desprezo por tudo aquilo que se assemelhe a planeamento vindo do Estado. Não se espere que o homem apresente qualquer plano oficial de recuperação da economia, muito menos que ele tenha como desiderato o Bem Comum!
    O OE13 o confirmou.

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