Geral

O sacrifício das semi-virgens vikings

O caso de Assange com as vikings suecas que fazem uma enviesada acusação de violação, tem contornos obviamente políticos mas coloca em questão no que juridicamente se pode  transformar a justa luta das mulheres pela defesa da sua dignidade, ainda e continuadamente maltratada em muitos lugares do mundo em particular nos países islâmicos. É um exemplo de como essa defesa, vazada para a lei, se pode tornar uma caricatura dessa mesma defesa, debaixo da máscara do politicamente correcto. As acusações a Assange, feita pelas duas semi-virgens suecas, não podendo ser dissociadas do seu carácter político, têm uma face trágico-cómica, a dar visibilidade inusitada  a leis que, muito justamente, defendem a mulher de uma subalternidade milenar  e acabam por ultrapassar a fronteira da incongruência quando a protegem minuciosa e excessivamente. São uma caricatura dessa defesa, possibilitando alegações fantásticas que o mais elementar bom senso não aceitaria.

A notícia que “linkamos”, pondo em primeiro plano a história política, refere com algum pormenor a relação de Assange, melhor dizendo das duas suecas com Assange. Tem aspectos picarescos que até seriam divertidos, não fosse a gravidade dos objectivos perseguidos pelos acusadores.

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